Mexicanos não desistem <br> da verdade sobre os 43

Milhares de pessoas concentraram-se, dia 26, no centro da Cidade do México, capital do país, para exigirem verdade e justiça sobre o mais que provável massacre de 43 alunos da escola de Ayotzinapa, desaparecidos há três meses.

Pais, familiares e amigos das vítimas encabeçaram o protesto frisando que da parte do governo liderado por Peña Nieto faltam empenho e respostas claras, situação que, no entanto, não os fará desistir pois «estamos como no primeiro dia, com toda a nossa energia para continuar» a luta pelo apuramento do sucedido e das responsabilidades, garantiram.

Na noite de 26 para 27 de Setembro, os jovens terão sido atacados e presos por polícias corruptos, que os entregaram ao grupo mafioso Guerreros Unidos. O cartel, a mando do autarca de Ayotzinapa, terá assassinado os alunos e queimado os corpos, mas até ao momento só foi possível identificar os restos mortais de um dos adolescentes.



Mais artigos de: Internacional

Construir a esperança

Face à crescente violência sionista, não é absurdo o cenário de uma reacção popular massiva na Palestina, explicou ao Avante! Yousef Ahmed, do Partido do Povo da Palestina (PPP), em entrevista realizada à margem do Seminário Internacional de Solidariedade realizado no final do mês de Novembro, em Almada. Para o PPP, a resistência passa, no imediato, pelo isolamento internacional de Israel e pela construção da unidade capaz de construir a esperança no futuro da Palestina e do seu povo.

Ameaça a Ocidente

Embora mantenha vincado o seu carácter defensivo, a nova doutrina militar adoptada por Moscovo aponta como ameaças maiores a Aliança Atlântica e os EUA, respondendo, assim, à agressividade imperialista, que atingiu um patamar superior com a crise ucraniana que se prolonga.

Retirada é uma miragem

Com outro nome, a ocupação dos EUA/NATO vai prosseguir no Afeganistão e uma eventual retirada completa do território depende de condições praticamente impossíveis de atingir.

Governo e oposição síria <br> podem reunir em Moscovo

O executivo liderado por Bachar al-Assad reiterou a sua disponibilidade para um «encontro preliminar e consultivo» com as várias facções da chamada oposição síria, tendo como objectivos «alcançar um acordo sobre a realização de uma...

Tunísia procura modelo ocidental

Quatro anos após o início da rebelião popular que derrubou o ditador Zine el Abidine Ben Ali, a Tunísia completou a transição para um regime parlamentar. Mas os dirigentes eleitos do país norte-africano enfrentam agora complexos problemas económicos, sociais e de...